Investimentos em Startups

Investimentos em Startups

O que é uma startup?

Nosso senso comum, baseado em noticiários e postagens da internet, nos leva a crer que as startups consistem de empresas criadas há pouco tempo e com atividades que envolvam tecnologia, mas seria essa a melhor definição? No ano de 2020, o Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 249/2020 trouxe a definição formal dos três requisitos básicos que diferenciam as empresas tradicionais das startups. Esse projeto de lei foi considerado um marco no cenário do empreendedorismo e inovação, pois até aquela ocasião não havia a definição e categorização das empresas startups, além de abordar detalhes contratuais importantes. Segundo o PLP nº 249/2020, os requisitos para a empresa ser considerada uma startup são (SENADO NOTÍCIAS, 2020):

  • Ter tido faturamento bruto anual de até R$ 16 milhões no ano-calendário anterior ou de R$ 1,3 milhão multiplicado pelo número de meses de atividade no ano-calendário anterior quando inferior a um ano;
  • Apresentar até seis anos de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ);
  • Atender a um dos seguintes requisitos, no mínimo: declaração, em seu ato constitutivo ou alterador, de utilização de modelos de negócios inovadores; ou enquadramento no regime especial Inova Simples.

Embora essa definição formal seja recente, as empresas que se enquadrem nesses requisitos já eram cobiçadas por investidores estratégicos há tempos. Tradicionalmente, nota-se uma corrida de recursos para empresas já consolidadas e reconhecidas pelo grande público; porém, é cada vez maior o fluxo de investimentos que focam em startups e acreditam na sua força futura. Certamente a aprovação do projeto de lei veio para impulsionar esse fluxo, pois possibilita ao empreendedor o registro de marcas e patente conjuntamente ao nascimento jurídico da empresa, garantindo a proteção da propriedade intelectual, o que pode ser um requisito fundamental durante uma negociação com investidores.

Por que investir em startup?

De acordo com os dados da Associação Brasileira de Startups (ABSTARTUPS, 2020), o número de empresas startups no Brasil cresce expansivamente ano após ano. Em 2019, esse número ultrapassou a marca de 12 mil e atualmente existem 13.410 startups ativas em todo o país. Além disso, dados de 2021 do StartupBase evidenciam que as regiões Sul e Sudeste são as que apresentam maior quantidade dessas empresas (Figura 1). As áreas de atuação que possuem destaque são: Educação (8,39%), Finanças (5,75%), Saúde e Bem-Estar (5,27%) e Outros (7,57%).

Figura 1 – Ranking dos 10 estados com mais startups segundo dados da plataforma StartupBase em 2021.

Durante a pandemia, no âmbito geral, as startups apresentaram melhor desempenho comparado às empresas tradicionais, muitas vislumbraram novas oportunidades, sendo necessária uma boa capacidade de adaptação e entusiasmo para propor soluções inovadoras neste momento tão difícil. Diferentemente das grandes empresas que possuem uma estrutura de processos mais consolidada e complexa, tais adaptações (por exemplo, o trabalho remoto) foram mais facilitadas na rotina das pequenas empresas devido a sua menor escala e complexidade. Nesse sentido, esse pode ser um dos motivos para o bom desempenho das startups no último período.

Apesar dos aspectos positivos apresentados, investir em startups não é uma tarefa nada fácil. Recentemente, Carol Paiffer, CEO da Atom e participante do programa Shark Tank Brasil, afirmou, em entrevista concedida à revista Veja São Paulo, que “investir na Bolsa é mais fácil que em startup”, justificando que as variáveis para investir na bolsa de valores são menores comparativamente. Entendendo, portanto, que os riscos associados aos pequenos e médios negócios são um fator crítico desta categoria de empresas, vale refletir: quais as motivações dos investidores em startups?

O investimento em uma startup se diferencia dos demais tipos em muitos aspectos. Primeiro, o perfil de investimento é majoritariamente voltado para médio e longo prazo, caracterizando-se por baixíssima liquidez durante o período de investimento e foco no crescimento acelerado da empresa a fim de gerar retornos satisfatórios no futuro. Outra particularidade atrativa dessa escolha de investimento é que o propósito do dinheiro investido não se resume em render juros numa dada aplicação financeira, ele carrega um propósito muito maior que engloba a geração de atividade econômica em conjunto com o aumento do valor de mercado da empresa. Dessa forma, o investidor consegue observar seu dinheiro gerar emprego e renda em diferentes setores, agregando positivamente para a economia. Ademais, pelas startups estarem fortemente associadas a novas tecnologias, os investidores dessa categoria apresentam um certo fascínio em fazer parte da revolução tecnológica e desejam fazer acontecer soluções que querem que existam, afinal, têm o poder de influenciar sobre quais produtos e serviços estarão à disposição no mercado.

Tipos de investimentos

Existem diferentes maneiras de capitalizar uma startup; são pelo menos sete tipos e neste artigo focaremos nos quatro principais: o bootstrapping, investimento-anjo, venture capital e aceleradoras. Porém, antes de abrir uma rodada de investimentos, é preciso refletir sobre algumas questões relevantes: Em qual fase de crescimento se encontra a empresa? Para o que será usado o valor investido? Como o investidor agregará ao negócio?

É comum que as startups passem por várias rodadas de investimentos ao longo do seu ciclo de vida até se tornarem empresas sólidas e de grande porte. Resumidamente, as fases de investimento das startups brasileiras consistem em: fase pré-seed, seed, série A, série B+ e IPO. A Tabela 1 expõe a relação entre o tipo de investidor e a fase de investimento associada ao momento de crescimento da startup, em seguida, será melhor explicado os principais itens.

Tabela 1 – Relação entre o tipo de capitalização, a fase associada ao momento de expansão da startup e o valor característico investido (em reais).

Tipo de CapitalizaçãoBootstrappingVenture Capital, Investimento-Anjo, AceleradorasVenture CapitalVenture CapitalBolsa de Valores
Fase da EmpresaPré-seedSeedSérie ASérie B+IPO
Valor Investido100-500 milAté 3 milhões3-30 milhões30-300 milhõesVariável
  • Bootstrapping

Bootstrapping é o investimento mais comum e primitivo de uma startup. Ele ocorre em uma fase embrionária denominada pré-seed, na qual os funcionários da empresa compõem-se dos seus sócios e os processos, bem como o produto oferecido, estão em fase de desenvolvimento e validação. Cerca de 80% das startups iniciam dessa forma e tal modalidade se resume no investimento do empreendedor em seu negócio, utilizando seus próprios recursos e economias ou o auxílio de familiares. Existem alguns prós e contras associados a essa modalidade, geralmente, os recursos do bootstrapping são limitados, fazendo com que a empresa demore muito tempo para se desenvolver e isso aumenta o risco da sua solução se tornar obsoleta nesse ínterim; contudo, a vantagem está relacionada à ausência de endividamentos e da divisão de uma fatia da empresa para terceiros.

  • Investimento-Anjo

São aportes realizados por pessoas físicas usando seu capital próprio. Essas pessoas costumam ter o perfil de ex-executivos ou empreendedores de sucesso, com amplo conhecimento em mercado e networking, de modo a agregar como facilitadores para a viabilização de negociações importantes e com o conhecimento empírico que otimizará a curva de aprendizagem do negócio. É comum a participação desses atores na fase de investimento intitulada seed, na qual a empresa se encontra em estágios iniciais, trabalhando com uma quantidade enxuta de funcionários e ainda precisando provar seu produto no mercado. Alguns grandes nomes dos investidores-anjos no Brasil são: Camila Farani (presidente da G2 Capital), Eduardo Brennand (fundador da Parafuzo), Romero Rodrigues (fundador do Buscapé) e João Kepler (diretor da Bossa Nova Investimentos), bem como os grupos Anjos do Brasil e Gávea Angels.

  • Venture Capital

É um aporte de capital financeiro de risco comum às empresas que se encontram nas fases de investimento conhecidas como série A ou B+, ou seja, aquelas em que seus produtos já são parcialmente conhecidos no mercado, implicando em um faturamento de até 15 milhões, para o caso da série A, ou aquelas cujo faturamento excede os 15 milhões, como na série B+. Contudo, essas empresas apresentam problemáticas diferentes em seus estágios: a primeira se encontra em estágio de provar seu modelo de negócios para então poder potencializar seus ganhos ao máximo; a segunda está em momento de provar sua escalabilidade. A modalidade venture capital inclui aportes muito maiores quando comparados aos da fase seed e traduz-se como a compra de uma participação acionária em troca do investimento. Esse movimento pode ser realizado por companhias de participações, gestores — através dos Fundos de Investimentos em Participações (FIPs) — ou  por investidores individuais.

  • Aceleradoras

De acordo com a Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores) (2021), as aceleradoras são entidades jurídicas (com ou sem fins lucrativos) dedicadas a apoiar o desenvolvimento inicial de novos negócios inovadores (startups), seja de dimensão nacional ou internacional, por meio de um processo estruturado e com tempo determinado. Os processos podem durar de três a oito meses e incluem consultorias, capacitação, serviços de apoio, treinamentos, rede de relacionamentos e infraestrutura, além do capital próprio aportado em troca de uma quota na participação acionária. Alguns nomes de aceleradoras notáveis: Liga Ventures, Startup Farm, Artemísia e ACE startups.

Como avaliar o potencial de uma startup antes de investir?

Investir em startup sempre é uma atividade de grandes riscos devido à abundância de variáveis incertas e à retenção do capital por períodos de, em média, 4 anos (EQSEED, 2017). Sabendo disso, o investidor precisa ter conhecimento dos diferentes cenários possíveis (realista, otimista e pessimista) que o aguardam após a viabilização do investimento, além de entender as incertezas que o rodeiam e traçar estratégias a fim de mitigar os riscos do negócio. Para isso, existem 5 fatores principais que são analisados para avaliar uma startup conhecidos como “os cinco T’s”: Team (time), Total Addressable Market (tamanho de mercado atingível), Technology (tecnologia), Traction (tração) e Trenches (trincheiras — barreiras de novos competidores).

  • Team

Mais do que investir em uma empresa, existe a preocupação em se investir em pessoas, afinal, são elas que farão o negócio dar certo. É necessário um time coeso, com uma boa rede de relacionamento e que, sobretudo, tenha o anseio de colaborar ativamente para o aprimoramento da solução proposta pela empresa. Durante o pitch, os investidores também avaliam o conhecimento de mercado do empreendedor, os business cases de sucessos, o domínio das principais métricas do negócio e os atributos comportamentais do mesmo, como sua capacidade de persuasão, comprometimento e visão de mercado.

  • Total Addressable Market

O Tamanho de Mercado Atingível indica se existe um mercado a ser explorado e, caso afirmativo, qual a capacidade de crescimento da empresa nele, implicando no potencial de lucros alcançáveis. Ele é um dos fatores mais importantes, afinal, o retorno financeiro esperado pelo investidor é guiado pela escalabilidade do negócio e, sem isso, seus ganhos seriam limitados e a proposta desinteressante. Existem três formas de calcular o tamanho de mercado: o método top down (de cima para baixo), bottom up (de baixo para cima) e o comparável. No primeiro método, o empreendedor busca dados de diversas fontes para mensurar seu tamanho de mercado, sejam fontes de banco de dados, relatórios públicos, pesquisas e informações de especialistas na área. Nesse método, as informações costumam ser abrangentes, ou seja, o empreendedor terá uma visão ampla do mercado; porém, imprecisa, sendo útil apenas para orientá-lo na direção das movimentações do mercado que ele se insere. No segundo método, os dados analisados são gerados internamente, considerando a quantidade de clientes, seus padrões de consumo, as limitações que impedem atender a toda demanda existente e o perfil da empresa. A partir dessa análise, tem-se um cenário mais realista do tamanho de mercado, pois existe a fusão entre o conhecimento das caraterísticas da empresa e o mercado no qual ela está inserida, permitindo conduzir melhor seus passos para alcançar maior proporcionalidade. Por fim, no último método, o empreendedor compara-se com empresas e mercados similares, existem sites que facilitam estas buscas, como o SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e o Thinking with Google. Esse método possui uma precisão intermediária entre os dois últimos mencionados, sendo útil o uso dos três para afunilar as metas da empresa por meio da bagagem de conhecimento adquirida em cada análise. 

  • Traction

A tração de uma empresa startup simboliza o seu crescimento de modo amplo, não se resumindo a apenas o aumento de receita, pois a avaliação de um único parâmetro pode omitir graves problemas iminentes. Existem vários fatores que são avaliados nesse sentido, o principal deles é, sem dúvida, o faturamento, o qual é acompanhado por análises de satisfação do cliente, canais de marketing, logística de produção e distribuição, margem líquida dos produtos/serviços oferecidos, payback entre outros. A análise de todos esses fatores conjuntamente darão um panorama sobre o patamar de crescimento da startup, que é uma informação essencial para o investidor no momento de decisão. Uma forma de expressar a congruência desses dados é através do valuation, que consiste na estimativa do valor de uma empresa no futuro. O valuation é o número que expressa a projeção da valorização da empresa, em geral, para os próximos 5 anos, e é com base nesse valor que as rodadas de investimento se dão. Direta ou indiretamente, todos os fatores anteriormente mencionados implicam no valuation, pois são interconectados na prática, por exemplo, o aumento do faturamento depende da qualidade e gestão do processo de produção, além da contribuição do marketing.

  • Trenches

O diferencial de uma empresa, seja ele uma inovação no serviço prestado, nos produtos, na logística ou nos benefícios ao consumidor, é essencial para o seu destaque no mercado, o qual costuma ser altamente competitivo. Esse diferencial é o fator que retém os clientes antigos e cativa os novos, de modo único e dificilmente replicável pelos concorrentes. Sempre é interessante ao investidor que esse diferencial mantenha alta a barreira de entrada, assim a empresa investida poderá crescer em um ritmo consistente e dominar o mercado. Existem vários mecanismos para isso, por exemplo, mão de obra especializada, proteção com patentes e tecnologia avançada.

Quando existe um diferencial na empresa; porém, a barreira de entrada é baixa, existe uma preocupação com os novos entrantes e o crescimento do mesmo “engolindo” o empreendimento pioneiro. Nesse caso, a startup aposta em um crescimento mais agressivo a fim de dominar o mercado antes que os novos entrantes tenham iniciativa de competir ou mesmo, aqueles que já estejam em fase de crescimento possam ser “engolidos” pela expansão agressiva. Porém, essa iniciativa, apesar de ser uma possível saída do problema, demanda um risco altíssimo em “curto” prazo, pois as demais empresas competidoras certamente adotarão a mesma estratégia.

  • Technology

O produto ou serviço oferecido por uma startup procura sanar a dor do cliente e, para isso, é imprescindível conhecer esse cliente e, sobretudo, saber se a execução da proposta de solução cumpre seu objetivo. A validação de um produto ou serviço é um artifício utilizado para buscar essa resposta mesmo quando a solução oferecida não está em seu estágio aperfeiçoado, sendo importante fazê-la desde o início por meio do MVP (Minimum Viable Product ou Produto Mínimo Viável) para que os aprimoramentos acompanhem as dificuldades de uso do cliente e sua satisfação.

Avaliar uma tecnologia também implica em perceber se a solução é pelo menos 10x superior às demais encontradas no mercado, além de refletir se sua infraestrutura e logística viabilizam uma produção acelerada. No caso de aplicativos, plataformas de internet e outros sistemas digitais, a Experiência do Usuário (UX) e a Interface do Usuário (UI) são parâmetros essenciais de análise.

O futuro nas startups

Para um investidor em startups, as estratégias de resultados devem focar no médio e longo prazo como já mencionado, ora, as empresas que almejam crescer de modo acelerado precisam que seus lucros sejam constantemente reinvestidos para fins de expansão.

Embora os investimentos com foco em empresas listadas em bolsa de valores e fundos de investimentos possuam um certo teor de imprevisibilidade, essa característica é ainda mais intensa quando pretende-se investir em uma startup. Os estudos realizados para avaliar o investimento em startups se estruturam fortemente em previsões sobre o futuro da companhia (previsões de demanda, dimensionamento da escalabilidade, estimativa de fluxo de caixa para os próximos meses ou anos, entre outros), ou seja, são muitas variáveis que podem sofrer impacto de fatores internos e externos e interferir na aderência do negócio.  Devido a esses fatores, uma tática comum aos investidores é a criação de um portfólio de startups, ou seja, o aporte de valores semelhantes em 3 a 30 startups, de modo que a empresa que alcance o sucesso em seu negócio possa garantir altíssimos retornos que compensem as demais perdas. Podemos observar abaixo exemplos de grandes nomes de empresas startups brasileiras denominadas unicórnios que foram avaliadas em 1 bilhão ou mais nos anos 2018 e 2019 (INVESTNEWS, 2020).

  • 99 Taxis: Marketplace de táxis
  • PagSeguro: Pagamentos B2B2C
  • Nubank: Serviços financeiros
  • Stone: Pagamentos B2B
  • IFood: Delivery de comida
  • Arco: Software educacional
  • Loggi: Serviço de entrega
  • Quinto Andar: Aluguel de imóveis
  • Ebanx: Pagamentos internacionais

Conhecendo-se o sucesso inegável das empresas acima, é tentador a ideia de tornar-se milionário nessa modalidade de investimento. Contudo, algumas ressalvas são importantes. De acordo com estudos da Startup Farm realizados em 2016 com 191 empresas aceleradas desde 2011, cerca de 74% fecharam as portas após cinco anos de existência, com 18% dos casos ocorridos antes de completar 2 anos. A grande dificuldade apresentada está no relacionamento conflitante entre os sócios devido às suas distintas expectativas e visões sobre o negócio. Outro motivo apontado é a solução oferecida não possuir aceitação suficiente no mercado.

Portanto, dois ensinamentos podem ser extraídos das constatações mencionadas. O primeiro, cabe citar Paulo Cezar Aragão quando diz que “se o acordo de acionistas for bem feito, vai estar empoeirado antes que você precise lê-lo de novo”. Isto é, tendo um bom acordo entre os acionistas, problemas com desentendimentos futuros podem ser melhor resolvidos, pois ele é a ferramenta jurídica que respalda os sócios mediante aos conflitos, diminuindo assim a chance de possíveis danos ao bom funcionamento da companhia. O segundo ensinamento consiste em não ser cegamente apaixonado pela ideia/solução, isso vale para ambos, investidores e empreendedores, uma vez que podem estar convencidos de que a solução é perfeita para o problema identificado quando, na verdade, os números dizem o contrário. É preciso estar atento às respostas do mercado e se manter equilibrado nas escolhas para saber os melhores momentos de sair e entrar em um novo negócio.

Conclusão

Como vimos anteriormente, a definição judicializada das startups foi uma conquista recente que proporcionou grandes incentivos, apesar delas já serem alvos de investidores há bastante tempo. Além disso, existem diversos tipos de investimentos para as empresas e eles se diferenciam pelo tamanho dos aportes financeiros e as fases de crescimento das startups, tendo riscos distintos em cada um delas. Independentemente do segmento que atua a startup ou seu estágio de crescimento, “os cinco T’s” devem receber atenção no momento de negociação do investimento, pois, assim, mesmo em um mar de incertezas, as escolhas terão maiores chances de serem acertadas.

Agora, a decisão está em suas mãos: Vamos investir em startups?

Referências

ANPROTEC. Aceleradoras. Disponível em: <https://anprotec.org.br/site/lideres-tematicos/aceleradoras/>. Acesso em: 1 fev. 2021.

BEGNOCHE, B. Mercado da startup: porque é importante e como analisar | EqSeed | Investimento em Startups. Disponível em: <https://blog.eqseed.com/mercado-da-startup-porque-importante-como-analisar/>. Acesso em: 1 fev. 2021.

CARRILO, A. F. Crescimento das startups: veja o que mudou nos últimos cinco anos! Abstartups, 11 fev. 2020. Disponível em: <https://abstartups.com.br/crescimento-das-startups/>. Acesso em: 1 fev. 2021

INVESTNEWS. Unicórnios brasileiros: o time das empresas que valem mais de US$ 1 bilhão | InvestNews, 8 set. 2020. Disponível em: <https://investnews.com.br/negocios/unicornios-brasileiros-o-time-das-empresas-que-valem-mais-de-us-1-bilhao/>. Acesso em: 1 fev. 2021

SENADO NOTÍCIAS. Marco legal das startups chega ao Congresso. Disponível em: <https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/10/20/marco-legal-das-startups-chega-ao-congresso>. Acesso em: 1 fev. 2021.

STARTUPBASE. StartupBase – A base de dados do ecossistema de Startups. Disponível em: <https://startupbase.com.br/>. Acesso em: 1 fev. 2021. 

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